Inteligência competitiva na gestão de candidaturas

Inteligência competitiva na gestão de candidaturas

Saiba como análises de dados são determinantes na alocação de recursos de campanha

Em um mercado cada vez mais competitivo, as organizações que não se adaptarem serão ultrapassadas, sejam elas públicas ou privadas. Os imensos avanços tecnológicos dos últimos anos criaram a possibilidade de utilizarmos grandes inovações em uma infinidade de atividades em todos os setores da economia.

Como disse o matemático londrino, Clive Humby, “Data is the new oil” que na tradução literal é “Os dados são o novo petróleo”. A frase significa que quem tiver acesso a informações e conseguir aproveitar seu potencial irá se destacar frente aos concorrentes.

Na Gestão de Candidaturas, não é diferente. Informações são extremamente importantes para o sucesso da campanha.

Algumas informações relevantes durante a campanha são:

  • Características e necessidades do eleitorado;
  • Regiões com maiores aceitações/rejeições;
  • Acompanhar a efetividade das ações de campanha.

Conhecer bem as características do seu eleitorado permite saber exatamente em quais locais atuar, como atuar e para quem atuar, otimizando os recursos de campanha. Quanto mais precisar forem informações, mais preciso será o marketing de segmentação.

Segmentar torna mais fácil a personalização de campanhas, focar no que é necessário e agrupar consumidores semelhantes em públicos-alvo específicos. A segmentação de marketing é uma das ferramentas mais eficientes para os profissionais definirem, entenderem e atenderem seu público. A criação de subconjuntos de um eleitorado pode ser baseado em:

  • Dados demográficos;
  • Dados Geográficos
  • Necessidades;
  • Prioridades;
  • Interesses comuns;
  • Critérios psicográficos ou comportamentais

Exemplo:

Imagine que seis meses antes das eleições para Deputado Federal, um partido contratou a RG Analytics para analisar o cenário eleitoral em Minas Gerais.

A RG Analytics então aplicou sua metodologia de coleta de dados. A análise destes dados gerou diversos resultados, entre eles o seguinte mapa.

As microrregiões se apresentaram divididas. Algumas delas o Partido A possuía a maioria das intenções de votos, enquanto outras microrregiões não. A partir desse cenário, alguns questionamentos devem ser levantados:

1 – Quantos deputados federais o Partido A possui chances de eleger?

2 – O Partido A deve investir linearmente nas microrregiões independente do cenário político?

3 – Como atuar nas microrregiões que estão divididas e garantir os votos necessários?

Essas perguntas só podem ser respondidas através de informações de qualidade. A definição da melhor estratégia de campanha deve ser baseada em informações bem como no acompanhamento da efetividade das ações que são realizadas.

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